sábado, 31 de dezembro de 2011

Modelo de Bohr para o Átomo

Clique aqui para acessar o applet. Realize o experimento virtual para visualizar o modelo de Bohr para o átomo. Segundo o qual, os elétrons ocupam órbitas bem definidas em torno do núcleo. Para mover o elétron de uma órbita para outra, o elétron precisa receber ou emitir energia. Quando o elétron recebe ou emite energia? Observe que a energia absorvida ou emitida pelo elétron é quantizada!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Linhas de Campo Elétrico

Clique aqui para acessar o applet. Este applet é muito interessante. Ele mostra sempre duas cargas, uma fixa, q = -3 e a outra variável, cujo valor você introduz, por exemplo, Q = -3 (q = Q neste caso, figura acima). Após entrar com o valor da carga, clique na tecla "Enter" e visualize as linhas de campo elétrico das duas cargas. A posição das cargas também pode ser alterada clicando sobre uma das cargas e arrastando-a para a nova posição desejada. Tente diferentes valores da carga Q, positivas ou negativas. Por exemplo, Q = 3. Não se impressione com o idioma do applet, alemão. Você não precisa entender alemão para explicar essa animação.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Força de Atrito

Pratique as leis de Newton para o sistema de duas massas com força de atrito entre uma das massas e a superfície.

Pêndulo Simples

Realize experimento virtual do pêndulo simples com este applet.

sábado, 17 de dezembro de 2011

A Montanha de Newton

Experimento clássico imaginário da Montanha de Newton para ilustrar como se coloca um satélite em órbita. Lance o projétil com velocidade cada vez maior e observe o que acontece com ela. Qual a velocidade mínina necessária para colocar o objeto em órbita em torno da Terra? O que acontece com o projétil se aumentar mais a velocidade?

domingo, 27 de novembro de 2011

Disco de Newton

Clique aqui para acessar o applet.
Usando um prisma (cristal piramidal), Sir Isaac Newton mostrou que a luz branca do Sol é composta de várias cores, ou cores básicas -são as cores do arco-íris.
O disco de Newton é pintado com as mesmas cores que compõem o espectro da luz branca. Ao girá-lo, a cor branca aparece uniformemente, devido à incidência de luz.
Na animação, clique e sobre o disco para variar a sua velocidade.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Código de cores de resistores elétricos

Clique aqui para acessar o applet.
Muitos resistores elétricos comerciais são especificados através de código de cores. Cada cor corresponde a um número e aparecem pintados no resistor na sequência A,B,C e D. O valor da resistência elétrica R = AB x 10^D (ohms). A letra D representa a tolerância (em porcentagem) fornecida pelo fabricante. Neste applet, entre com as cores desejadas e veja o valor da resistência em ohm. Assim, as cores aparecerem nesta ordem: preto vale 0, o marrom vale 1, o vermelho vale 2 e o ouro vale 5, a resistência R = 10 x 10^2 = 1000 ohm.
Experimente você mesmo!



sábado, 14 de agosto de 2010

Colisão Elástica

Clique aqui para acessar o applet.
Verifique a lei de conservação da quantidade de movimento (momento) linear na colisão elástica de duas esferas de diferentes massas e velocidades iniciais. O choque pode ser frontal ou lateral dependendo da posição inicial da esfera vermelha que pode ser deslocada, antes de iniciar o movimento, para cima ou para baixo. Observe que os valores das posições e velocidades das esferas são mostradas na tela. O momento linear é dado por p = mv.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Efeito Doppler

Clique aqui para acessar a simulação.
O nosso ouvido detecta variação na freqüência do som devido ao efeito Doppler. A frequência emitida por uma fonte que chega até o receptor depende da velocidade relativa da fonte/receptor. Na simulação, a nave tem um detector de radiação eletromagnética. Verique como o comprimento de onda e a frequência quando a nave e a fonte de radiação se movem no espaço.

Terceira Lei de Kepler

Clique aqui para acessar a simulação.
Kepler afirma, na sua terceira lei, que o quadrado do período de um planeta em órbita em torno do Sol é proporcional ao cubo da distância média do planeta ao Sol.

Segunda Lei de Kepler

Clique aqui para acessar a animação.
A segunda lei de Kepler nos diz que a linha imaginária que une os planetas ao Sol varre áreas iguais em tempos iguais. Conseqüentemente, a velocidade do planeta é maior quando está próximo do Sol, e menor quando está afastado.
Ouça o audio (em inglês) com o enunciado das três leis de Kepler. Clique aqui para ouvir o audio (requer QuickTime Player instalado no seu computador).

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Circuito elétrico

Para acessar o applet, clique aqui.
Construa o seu próprio circuito elétrico, arrastando os componentes para a área de trabalho e meça a voltagem e corrente elétrica, obtenha valores de resistores e de resistores equivalentes. Applet produzido pelo OhmZone. Divirta-se e aprenda Física!

sábado, 10 de abril de 2010

Montanha russa

Clique aqui para acessar o simulador de montanha russa. Aprender física e outras disciplinas quase nunca é divertido. Há muitos simuladores de situações reais do dia-a-dia que podem nos ajudar a compreender alguns fenômenos físicos. Com este simulador da montanha russa voê lida com conceitos de energia e de conservação de energia e, além disso, se diverte. Monte o seu próprio percurso da montanha russa e advinhe se o carrinho conseguirá atinger o final do trilho. Além disso, você pode variar desde a aceleração da gravidade, até o atrito do trilho. Divirta-se e aprenda física!

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Movimento Browniano

Pequenos objetos, ou partículas, em um meio condensado ou rarefeito, como a água ou o ar, movimentam-se aleatoriamente no espaço devido ao choque com as moléculas do meio que também realizam esse tipo de movimento. Esse movimento é conhecido como movimento browniano. Observe como a temperatura, a massa e o diâmetro da partícula influenciam o movimento. Na animação você controla todos esses parâmetros e observa o movimento browniano de um grão de pólen. Para acessar o applet, clique aqui.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Elevador Espacial

O elevador espacial é um projeto ousado que visa substituir os foguetes por elevadores pra ir da Terra até, por exemplo, a Estação Espacial MIR, ou mesmo até a Lua. Quem tem medo de elevador não vai querer se aventurar! Bom, como todo bom elevador, é necessário um cabo resistente unindo o satélite (natural ou artificial) à Terra. Esse cabo gigante deverá ser feito por minúsculas tecnologias de nanotubos de carbono. O projeto tem alguns problemas a serem superados. Por exemplo, o de desenvolver a propulsão eletromagnética para mover o veículo pelo cabo à velocidades de 2.000 km/h; outro problema é onde ancorar o cabo lá em cima. Leia mais sobre o elevador espacial, por exemplo no site português sapo.pt, ou no Wikipedia. Na animação, escolha o material apropriado para o cabo, a velocidade do satélite. Para acessar a simulação do elevador espacial, clique aqui.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Onda de Luz

Veja a propagação de uma onda de luz (eletromagnética), partindo de uma fonte pontual, atravessando dois meios diferentes. Observe as ondas incidente, refletida e refratada. Ajuste o ângulo de incidência, polarização ângulo de visão. Verifique a porcentagem da energia refletida e transmitida. Para acessar a simulação clique aqui.

Trabalho do Grupo FísicAnimada é premiado em Encontro do ITA

O Grupo FísicAnimada (GFA) participou do V EVITA - Encontro de Verão de Física do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), em São José dos Campos, no período de 8 a 11 de fevereiro de 2010, onde apresentou, através do bolsista do Grupo, José Leonel Lemos Buzzo, aluno do curso de Ciências da Computação do IBILCE/UNESP, o trabalho intitulado "Experimentos virtuais para ensinar e aprender Física". Os organizadores do referido Encontro premiaram os quatro melhores trabalhos de Iniciação Científica apresentados, e o trabalho do nosso Grupo conseguiu a honrosa colocação de 4º lugar. Ficamos muito honrados com a premiação e deixamos o nosso agradecimento especial ao Leonel que brilhantemente apresentou o trabalho como autor. Os co-autores são Rosemara P. Lopes (pedagoga do Grupo) e Eloi Feitosa (coordenador do Projeto Física Animada). Na foto, o Leonel diante do pôster apresentado.
Clique aqui e veja a matéria sobre a premiação no site do IBILCE/UNESP.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Pêndulo versus mola


Observe o movimento oscilatório de um pêndulo simples e de um sistema massa-mola na horizontal. O gráfico de energia cinética, potencial e total de cada um desses sistemas também é mostrado. Observe a semelhança entre esses dois movimentos periódicos. Para acessar o applet, clique aqui. Ao acessar o applet, clique sobre a massa azul e arraste-a para a esquerda ou direita, esticando ou comprimindo a mola, fazendo-a oscilar. Para parar, clique em "reset".

Onda estacionária vs propagação de onda


Neste applet você visualiza uma onda estacionária em propagação transversal e longitudinalmente. Verifique o movimento dos nós e dos anti-nós. Observe também passo a passo para entender melhor o fenômeno das ondas. Clique sobre a onda longitudinal e arraste-a para cima ou para baixo; escolha a melhor posição para comparar o movimento simultâneo das duas ondas. Para acessar o applet, clique aqui.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Qual a velocidade, frequência e comprimento de onda?

Encontre a frequência (f), comprimento de onda (L) e velocidade (v) da "onda animada". Na animação, a distância é dada em centímetro e o tempo em segundo. Para acessar a animação, clique aqui, ou sobre a figura.

sábado, 21 de novembro de 2009

Gás em uma dimensão

Este applet descreve o movimento de um único átomo em uma dimensão. Ele acelera ou desacelera apenas através de colisões clássicas movendo-se o pistão do recipiente. Este experimento simples é capaz de explicar a razão do gás esquentar quando ele é comprimido e esfriado quando ele é expandido. A equação que revê esse fenômeno é a bem conhecida equação  do gás ideal: PV = nRT. Como n (número de mol) e R (constante universal dos gases) são constantes, aumentando a pressão (P), o volume (V) diminui de modo que, para manter a igualdade da equação, a temperatura (T) necessariamente tem que aumentar. Raciocínio inverso se usa para verificar o resfriamento do gás com o aumento da pressão. Você se lembra de situações da vida real em que isso acontece? Experimento apropriado para alunos do ensino médio. Para acessar o applet, clique aqui ou sobre a figura.

sábado, 14 de novembro de 2009

Densidade dos materiais: flutua ou afunda?

Pode-se encontrar a densidade de objetos virtuais e predizer se ele flutua ou afunda em um líquido também virtual, cuja densidade você pode ajustar. Usando uma balança, pese o objeto, colocando com o auxílio do mouse sobre a balança. Em seguida, determine o volume do objeto colocando-o dentro do recipiente de água. Pela lei de Arquimedes (lembra dela?), o objeto desloca um volume do líquido equivalente ao seu volume. Conhecendo a massa e o volume, determina-se a densidade = massa/volume. Se essa densidade for menor do que a do líquido, o objeto flutua, se for maior, ele afunda. E se for igual? Verifique! Para acessar o programa, clique aqui ou sobre a figura. Bom proveito!

Veja a Terra de longe!

Com este aplicativo, você pode visualizar o nosso planeta Terra como se você estivesse na Lua ou no Sol, de diferentes ângulos, de “dia” e de “noite”, com nuvem, sem nuvem, na forma de mapa, enfim. Experimente, vale a pena! Para acessar o site, clique aqui ou sobre a imagem.

Mudança de Estado da Matéria

Neste experimento virtual você coloca um pedaço de gelo no copo e aquece (clicando em Heat). Em qual temperatura o gelo vira água? Como se chama essa temperatura? Continue aquecendo e verifique em qual temperatura a água se torna vapor. Como se chama a temperatura na qual a água se transforma em vapor? Observe que o copo está fechado, então o vapor de água permanece no copo. Pergunta: A transformação de estados da água: sólido para líquido para vapor é reversível? Verifique você mesmo esfriando o copo (para esfriar, clique em Cool. I nível dessa atividade é para crianças do ensino fundamental, sendo também recomendado para alunos do ensino médio. Para acessar o site, pressione aqui, ou sobre a figura. Para visualizar em tela cheia, clique aqui.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

A Fisica Animada na Mídia

Recentemente a conceituadíssima Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (PAPESP) publicou uma reportagem sobre o nosso Grupo FísicAnimada e o Projeto Física Animada. Para acessar a reportagem completa, clique aqui ou sobre a figura.
Não menos importante foi a matéria, também publicada recentemente pelo diário oficial do Estado de São Paulo, destacando o nosso trabalho. A matéria de capa do D.O. pode ser acessada clicando aqui.
Somos gratos a todos os que participam neste projeto e às Escolas Parceiras. O nosso objetivo é melhorar cada vez mais a qualidade do ensino através da inclusão digital, especialmente de um bom aproveitamento dos laboratórios virtuais como ferramenta de ensino e aprendizagem.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Animando a Força Gravitacional

No início do Século XVII, Isaac Newton revolucionou a Física ao afirmar que dois corpos separados entre si por uma distância d se atraem mutuamente com uma força F que é proporcional ao produto das massas desses corpos, dividido pelo quadrado da distância d. A constante de proporcionalidade G = 6,67E-11 Nm2/kg2, é denominada constante universal da Gravitação. Na animação aqui apresentada, verifique como os bonecos se esforçam para puxar os objetos quando se aumentam as massas e diminui a distância entre elas. Verifique por exemplo, a reação de um boneco segurando um dos objetos quando se varia a massa e a distância do outro objeto. Verifique, através desta animação. a validade da lei da gravitação universal: escolha valores da massa dos dois objetos (m1 e m2) e um valor para a distância d entre os centros dos objetos e substitua esses valores na fórmula F = Gm1/m2/d2 e compare com o valor fornecido na animação. Observe também que a força exercida pelos dois bonecos é a mesma, mas com direções opostas (terceira lei de Newton). Essas forças são necessárias para manter os objetos afastados, senão eles se atrairiam mutuamente. Para acessar o applet clique aqui ou na figura acima. No site do Phet execute o applet online ou offline, como desejar, clicando, respectivamente em “run now” ou “download”. Esse programa requer o Java instalado em seu computador.

www.fisicanimada.net.br

O Grupo FísicAnimada está criando um website para melhor divulgar o trabalho do grupo. Nele você encontrará um laboratório virtual de Física com muitos applets de Física e com sugestões de utilização dos applets (material didático), vídeos, clips e informações e muita novidade para professores, alunos e demais interessados em Física. Aguarde! O site do grupo é http://www.fisicanimada.net.br/. Visite! O blog continuará funcionando normalmente! O novo e-mail do grupo é: gfa@fisicanimada.net.br
Visite o site!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Problema de Queda Livre

Com a ajuda do applet, resolva o seguinte problema de queda livre.
Você joga para o alto, na vertical, uma bola que deixa a sua mão a 12.0 m/s.
(a) Que altura a bola alcançará?
(b) Se, quando a bola está descendo, você  pega de volta na mesma altura de lançamento, qual foi o seu tempo de vôo?
(c) Qual é a velocidade da bola quando você  pega de volta?
Considere: Origem do eixo vertical como sendo o ponto no qual a bola é solta no lançamento, e considere a direção para cima como sendo positiva. O valor da gravidade é g = -9,8 m/s2.
Para executar o applet, clique aqui, ou sobre a figura.
Você gostou desta atividade? Comente, dê sugestões.

sábado, 19 de setembro de 2009

O Berço de Newton

O berço de Newton é uma engenhoca simples que consiste de alguns pêndulos simples (normalmente cinco) posicionados lado a lado, cujo funcionamento é capaz de demonstrar não apenas o funcionamento de um pêndulo simples, como também as leis de Newton e da conservação da quantidade de movimento e de energia, forças de atrito e amortecida. O berço de Newton foi inventado em 1967 pelo ator inglês, Simon Prebble, que lhe deu esse nome em homenagem ao grande cientista e matemático também inglês Sir Isaac Newton.
Quando afastamos a esfera (normalmente de aço ou de madeira) de um dos pêndulos da extremidade e o soltamos, ele desce e bate na primeira esfera ao lado dela. A energia e quantidade de movimento da bola solta é transferida para as esferas seguintes até a esfera da outra extremidade que adquire movimento, com a mesma velocidade da bola inicialmente solta, e se move como um pêndulo. Interessante notar que se soltarmos duas ou mais bolas, as duas últimas ou mais bolas também subirão, e assim por diante (experimente mover todas as bolas!). Veja na animação. Clique aqui ou sobre a figura (este site contém além da animação, um texto explicativo, em inglês, a qual consultamos para esta matéria).
Outras animações sobre o berço de Newton você encontra nos links:
Apreciem!

domingo, 6 de setembro de 2009

Plano Inclinado

É impossível falar em plano inclinado sem mencionar Galileu Galilei (1564-1642). Galileu foi o primeiro a observar que o plano inclinado reduz o efeito da gravidade. O Plano Inclinado é considerado uma “Máquina Simples”, muito usada no dia-a-dia. Ela tem a função essencial de desacelerar a queda de um objeto. Ao ser solto, o objeto cai com a aceleração da gravidade g. A velocidade do corpo aumenta, portanto, de 9,8 m/s em cada segundo, pois g = 9,8 m/s2, o que torna difícil a medida experimental do espaço percorrido em função do tempo. No plano inclinado, a aceleração de queda do objeto é de gsenA, sendo A o ângulo de inclinação do plano. Observe que quando ângulo é igual a 0 e 90 graus, a aceleração do objeto é igual a 0 e g, respectivamente.
Existem muitos experimentos virtuais (applets) de plano inclinado disponíveis livremente na Web. A fim de ilustrar esse fenômeno, selecionamos duas animações.
Na primeira, você seleciona os parâmetros de entrada, como o ângulo de inclinação, a massa do bloco e o coeficiente de atrito. A animação exibe a força necessária para o bloco subir com o plano com velocidade constante, sem aceleração. Clique aqui para executar o programa.
Na segunda animação, um bloco é solto ou lançado (com uma certa velocidade inicial) e a sua posição a cada 2 seg. é indicada por pontos. O coeficiente de atrito pode também ser variado. Clique aqui para executar o programa.
Recomendamos que essas animações sejam executadas diversas vezes variando os parâmetros de entrada e, se possível, anotando alguns resultados para análise.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Difração da luz

Sir Isaac Newton (1643-1727) é muito conhecido pela sua contribuição para as leis da Dinâmica e da Gravitação, mas muito pouco conhecido pela sua contribuição para o estudo de ótica, especialmente da luz. Em seu livro Ótica, Newton afirmou, entre outras coisas, que a luz era constituída por pequenas partículas, que explicava, por exemplo, os fenômenos de reflexão e refração da luz. A teoria corpuscular da luz, proposta por Newton, não conseguiu explicar, por exemplo, o fenômeno da difração, que foi satisfatoriamente explicada pela teoria ondulatória da luz proposta pelo físico holandês Christian Huygens (1629-1695), contemporâneo de Newton.
Quando a luz atravessa um pequeno orifício (fenda), ela faz curva, como se a fenda funcionasse como uma fonte de luz. Esse fenômeno não podia (e não pode) ser entendido pela teoria corpuscular da luz proposta por Newton, mas sim por uma teoria ondulatória, proposta por Huygens que foi, mais tarde, verificada pelo experimento do físico inglês Thomas Young (1773-1829), e confirmada pelo físico escocês James K. Maxwell (1831-1879), que mostrou matematicamente ser a luz uma onda eletromagnética.
Quando a luz atravessa duas (ou mais) fendas, tem-se duas (ou mais) “fontes” de luz que interferem entre sim, formando franjas de interferência, de máximos e mínimos. Essa interferência de ondas pode ser facilmente observada em ondas mecânicas, por exemplo, sobre uma superfície de água provocadas pela imersão de dois objetos “pontuais” na superfície (duas pedras lançadas em um lago, por exemplo). As ondas circulares se propagam e se sobrepõem, formando uma figura de interferência. Essa interferência de ondas também ocorre com “ondas” luminosas, conforme verificamos na animação da interferência de luz visível e monocromática, proposta nesta matéria.
Retomando Newton, a sua teoria corpuscular, que ficou esquecida após o experimento Young e a comprovação pelas equações de Maxwell, “reviveu” no início do século XX com o nascimento da Mecânica Quântica que propôs ser a luz composta por “partículas de energia”, denominadas quanta de luz.
Na animação, você escolhe o comprimento de onda (cor) da luz incidente, a distância d entre as duas fendas e a distância L entre as fendas e o anteparo onde se pode ver as franjas de interferência. Vê-se também o gráfico da intensidade luminosa.
Para executar o programa, clique aqui, ou sobre a figura.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Velocidade de escape

Este applet (animação) adquire uma importância especial para o ensino de física, pois ela não pode ser realizada em laboratório didático. Essa é uma das características marcantes dos applets para fins didáticos: os applets simulam experimentos reais disponíveis ou não em laboratórios didáticos, para fins didáticos.
A velocidade de escape de um sistema de dois corpos, é a velocidade mínima para que um dos objetos escape da atração gravitacional do outro. O sistema pode ser, por exemplo, um objeto lançado para o alto da superfície da Terra (ou outro planeta ou satélite). O sistema em questão, Terra-objeto, se separa se o objeto for lançado com uma velocidade maior do que a velocidade de escape do sistema.
A velocidade de escape do objeto pode ser determinada usando a lei da conservação de energia: a soma das energias cinética mais potencial é igual à energia mecânica do sistema. A equação para a velocidade de escape do sistema isolado Terra-objeto (na ausência de outras forças que não a gravitacional) é facilmente obtida igualando a energia cinética (K) do objeto à energia potencial gravitacional do objeto (U), de modo que a energia mecânica (E) seja constante, igual a zero. Lembre-se que K = mv2/2, U = GMm/r e E = K + U, onde G é a constante gravitacional, M é a massa do Astro, m é a massa do objeto e r é a distância do objeto ao centro do Astro (no instante inicial de lançamento do objeto, r é igual ao raio do Astro).
Applet: Uma vez acessado o programa, escolha o astro de onde você vai realizar o lançamento (Terra, Lua, Marte ou Vênus), a direção de lançamento, a velocidade de lançamento e a massa do objeto ou projétil. Se essa velocidade for menor do que a velocidade de escape, o objeto retorna, senão ele “escapa”, se desvincula irreversivelmente do sistema. À esquerda do painel vê-se a evolução do tempo a altitude, a velocidade, e as energias cinética e potencial do objeto.
Procure observar questões como: a velocidade de escape depende da massa do objeto? Obtenha a velocidade de escape de um dado objeto, com uma dada massa, quando lançado da Terra, da Lua, de Marte ou de Vênus. Lance o objeto em outras direções e verifique se a velocidade de escape muda com a direção de lançamento do objeto.
Para acessar o programa, clique aqui, ou sobre a figura.

sábado, 29 de agosto de 2009

Unidades físicas

Toda grandeza física consiste de um número e uma unidade (além de uma direção se a grandeza for vetorial). Exemplos: 20 N, 20 m/s, 20 km/h, 20 s, 20 cm. 20 J, 20 W etc. Se dissermos apenas “20” a grandeza física não está totalmente caracterizada, pois pode representar comprimento, tempo, velocidade, força, trabalho etc. A unidade física é portanto, muito importante no estudo e aplicação da física.
Em física há sete grandezas fundamentais: comprimento, massa, tempo, temperatura, corrente elétrica, quantidade de matéria e intensidade luminosa. A partir dessas grandezas obtém-se qualquer outra grandeza física. Exemplo: Forma = comprimento x massa/segundo quadrado.
Partindo das unidades fundamentais de massa comprimento e tempo, construa outras unidades arrastando, com o mouse essas unidades para os quadrados em branco. Na figura, mostramos a unidade de força composta por essas três unidades fundamentais. Acrescente a essas unidades a unidade de comprimento para formar a unidade de trabalho. Encontre outras unidades!
Para rodar a animação, clique aqui ou sobre a figura.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Soma algébrica da voltagem de pilhas elétricas

Quando colocamos pilhas em um aparelho elétrico, temos que colocá-las sempre num mesmo sentido. Na linguagem física, dizemos que as pilhas devem ser colocadas em série. Nesse caso, a voltagem total é igual á soma das voltagens individuais das pilhas. Se invertermos a polaridade de uma das pilhas, a voltagem dessa pilha será subtraída da voltagem total. Coloque pilhas no circuito e veja a voltagem total. Aqui você pode inverter a polaridade das pilhas a vontade! Experimente e aprenda a somar números positivos e negativos. Para executar o programa clique aqui ou sobre a figura.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Estudo virtual do MRU e MRUV

Esta animação permite verificar “virtualmente” o movimento retilíneo uniforme e uniformemente variado (MRU e MRUV) de um carrinho. Os parâmetros de entrada são a massa, a velocidade e a aceleração iniciais do carrinho. Movendo as barras verde e vermelha sobre o trilho pode-se fixar o o espaço e medir o tempo gasto para percorrer esse espaço. Repete-se em seguida o experimento para outros espaços. Anotando-se esses valores é possível construir gráficos desses movimentos. A massa influencia o tipo de movimento? O que acontece com o movimento quando se varia as massas? Para rodar o experimento, clique aqui ou sobre a figura.
Sugerimos o seguinte programa para construção de gráficos do tipo espaço x tempo. Clique aqui. Ao acessar a página, clique em "Run now" para executar online ou "Download" para executar offline.
Aos interessados, podemos fornecer (grátis) um roteiro completo de realização desse (e de outros) experimentos para uso em escolas. Contacte-nos: fisicanimada@ibilce.unesp.br.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Teorema de Tales

O teorema de Tales afirma que se A, B e C são pontos de um circulo, cuja reta AB é o diâmetro, então o ângulo ACB é 90o e o triângulo ABC é retângulo. O teorema de Tales é um caso especial do teorema do ângulo inscrito. Em outras palavras, todo triângulo circunscrito a um semicírculo é um triângulo retângulo. Para verificar o teorema de Tales na animação clique aqui ou sobre a figura.
Tales de Mileto, importante filósofo, astrônomo e matemático grego que viveu antes de Cristo, usou seus conhecimentos de Geometria e proporcionalidade para determinar a altura de uma pirâmide. Tales observou que os raios solares que chegavam à Terra estavam na posição inclinada e eram paralelos, dessa forma, ele concluiu que havia uma proporcionalidade entre as medidas da sombra e da altura dos objetos. Tales conseguiu, assim, obter a altura de uma pirâmide medindo a sua sombra. Tales fincou uma estaca na areia, mediu as sombras respectivas da pirâmide e da estaca em uma determinada hora do dia e estabeleceu a proporção: altura da pirâmide/sombra da pirâmide = altura da estaca/sombra da estaca. Assim, medindo a altura da estaca e o tamanho das sombras da estaca e da pirâmide, Tales pode determinar a altura da pirâmide.

Da Via Láctea ao Universo Sub-atômico

Curta essa viagem virtual, através do espaço da Via Lacta a uma distância de 10 milhões de anos-luz da Terra, em sucessivas ordens de grandezas, até o interior do universo microscópico, no interior celular e o universo sub-atômico dos elétrons e prótons. Clique aqui ou na figura.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Grupo FísicAnimada Na Feira de Ciências da EE Profª. Lacy Bonilha De Souza

No dia 4 de dezembro de 2008, o Grupo FísicAnimada, representado por Eloi Feitosa, Rosemara P. Lopes e Marcelino Belusi, esteve na Escola Estadual Profª Lacy Bonilha de Souza, em Ibitu (região de Barretos/SP), participando da Feira de Ciências da escola. Durante o evento, houve demonstração de experimentos de Física, de Química de Biologia em tempo real e em ambiente virtual. As atividades envolveram alunos do Ensino Fundamental (8º ano) e do Ensino Médio (1º ao 3º ano). Alunos do 3º ano construíram maquetes e confeccionaram cartazes para falar sobre tipos de poluição ambiental, sonora, visual; alunos do 1º ano testaram a condutividade em diferentes compostos químicos; alunos do 1º ao 3º ano utilizaram simulações virtuais para explicar fenômenos físicos de Mecânica, Ótica, Termodinâmica e Eletromagnetismo. O professor Eloi ofereceu uma palestra sobre o uso de experimentos virtuais como ferramenta de ensino-aprendizagem de Física e disponibilizou aos professores visitantes um CD-ROM com softwares utilizáveis off-line. Na foto ilustrativa vemos a apresentação de um dos alunos de experiências virtuais de ótica.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

A Física do Pêndulo Simples

Esse experimento virtual do pêndulo é dos melhores! Ele permite montar o pêndulo variando a massa e o comprimento, medir o período, o comprimento e o ângulo de oscilação, comparar esses períodos em situações com diferentes valores de gravidade, por exemplo, na Terra, na Lua, em Júpiter ou no espaço distante onde há ausência de gravidade. Note que o comprimento e o período podem ser medidos de modo muito semelhante ao experimento real, com margem de erro inclusive. Pode-se simular o movimento de dois pêndulos simultaneamente. O aluno deve ser estimulado pensar nos "porquês" do pêndulo oscilar de modo diferente em diferentes planetas. O que acontece com o movimento do pêndulo no espaço sem gravidade? Analise também o pêndulo amortecido. Clique aqui para executar a animação.
Para pequenas amplitudes de oscilação, pode-se mostrar que o quadrado do período é proporcional ao comprimento do pêndulo. Na constante de proporcionalidade encontra-se a gravidade g, que pode ser determinada medindo-se o período para diferentes comprimentos do pêndulo.
O site dessa animação, da Physical Education Technology (PheT), da Universidade do Colorado, permite baixar o programa e rodá-lo offline. Se você quiser anotar valores de comprimento e período (como se estivesse no laboratório real) e construir um gráfico, para realizar estudos mais elaborados, sugerimos o programa "Ajuste de Curvas" (clique aqui para executar esse programa), também disponível no site do PheT. Vale a pena!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Laboratório Virtual de Física

Criamos um novo blog, Labvirfis (laboratório Virtual de Física) exclusivamente para divulgar e disponibilizar experimentos virtuais de física (applets), para serem usados por professores, alunos e interessados em física. Os applets de física são importante ferramenta de ensino-aprendizagem de física, que complementam e reforçam o aprendizado em sala de aula. No novo blog os applets estão organizados por assunto: Alavanca, MRU, MRUV, Espelhos, carga elétrica, lei de Coulomb, lei de Ohm, lei de Faraday etc. Após uma breve descrição do tópico, apresentamos uma lista de links de applets relacionados. Se você quiser applets sobre um dado assunto de física e eles ainda não estiverem disponíveis no blog, solicite-nos.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Quem ganha a corrida?

Nesta animação, entra-se com a velocidade inicial e a aceleração de dois carrinhos e aposta-se quem ganha a corrida. Um dos carrinhos está adiantado. Eles podem ter movimentos uniforme ou uniformemente acelerado. Experimente diferentes valores de velocidade e aceleração! Para acessar o site, clique aqui.
Com essa animação pode-se resolver o seguinte problema: O carro vermelho está 6.000 m da linha de chegada e a sua velocidade é de 60 m/s num certo instante. Nesse mesmo instante o carro verde está 9.000 m da linha de chegada e é acelerado do repouso. Quem ganha a corrida se a aceleração do carro vermelho é de 4 m/s/s? E se a velocidade do carro vermelho for aumentada para 90 m/s? Tente outros valores de velocidade e aceleração!
Um applet similar, onde os dois carros têm movimento uniforme, encontra-se no link: clique!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

pHmetro virtual

O pH, que indica a acidez, neutralidade ou alcalinidade de uma solução líquida, é determinado usando um pHmetro, que consiste em um eletrodo acoplado a um potenciômetro. O medidor de pH é um milivoltímetro com uma escala que converte o valor de potencial do eletrodo em unidades de pH. Este tipo de eletrodo é conhecido como eletrodo de vidro, que na verdade, é um eletrodo do tipo "íon seletivo". Na ausência de um pHmetro, o pH e o pOH podem ser calculados através das concentrações molares de [H+] ou [OH-] tomando –log [H+] ou –log[OH-], respectivamente.
Na animação escolhe-se primeiramente o tipo de solução a ser analisada, para então selecionar quais átomos ou substâncias a mesma deverá conter e, por ultimo, se determina a concentração molar da solução problema e o pH é calculado e indicado do pHmetro. Para rodar a animação, clique aqui ou na figura acima. Esse applet requer a instalação do programa Flash em seu computador.
Mãos à obra, digo, à pesquisa!
Participação: Milena Cristina D. Almeida.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Galileu, o Elefante e a Pena

Em uma aula de física o professor pergunta: “Se soltarmos simultaneamente, de uma mesma altura, um elefante e uma pena, quem cairá primeiro?”. Deixando de lado as piadinhas de como realizar essa façanha na prática, nos parece óbvio que o elefante cairá primeiro! Mas por quê? Já pensamos alguma vez nisso? É claro, o elefante é mais pesado do que a pena, então ele cairá primeiro. Antes que alguém desse resposta “correta”, o professor completou: “Suponha que no local da “experiência” não há ar, ou seja, a resistência do ar é desprezível, ou ainda: o elefante e a pena são soltos no vácuo! Agora complicou! Depois ele explicou que o ar afeta a queda de objetos de diferentes modos, afetando mais a queda da pena, que é muito leve e cai em zigue-zague, do que o elefante.
Alguém raciocinou: é impossível a pena cair antes do elefante, como é impossível cair depois, então, se não cai depois e nem antes, eles caem simultaneamente! Por quê? No título citamos Galileu Galilei (1564-1642). O que Galileu tem a ver com o problema do elefante e a pena? Dizem que Galileu deixou cair do alto da torre de Pisa (a sua cidade natal, na Itália), duas balas de canhão de massas diferentes, e que elas caíram simultaneamente no chão (clique aqui para ver a animação). Nesta animação, é possível realizar o experimento de queda de dois objetos de massas diferentes (por exemplo, bala de canhão e pena) com e sem resistência do ar. Verefique! Emprestando esta ideia de Galileu, concluímos que o elefante e a pena também caem juntinhos. É fácil entender a afirmativa de Galileu aplicando a segunda lei de Newton (Newton nasceu no ano em que Galileu morreu.).
Vamos aplicar assim mesmo a segunda lei de Newton ao elefante e à pena (lembrem-se que Newton viveu depois de Galileu, que descobriu tudo isso sem conhecer as leis de Newton.). Pois bem, F = ma, onde F é a força da gravidade e a aceleração a = g é a própria gravidade, g = 9,8 m/s2 na proximidade da superfície da Terra. Aplicando essa equação para o elefante de massa M e a pena de massa m, temos FE = Mg e FP = mg, onde FE e FP são as forcas peso do elefante e da pena. Como g é o mesmo para os dois objetos, combinando essas duas equações, obtemos FE/M = FP/m = constante. FE, o peso do elefante, é muito maior do que FP, o peso a pena, mas esses pesos são divididos pelas respectivas massas do elefante (M) e da pena (m). Como M é muito maior do que m (M >> m), a razão FE/M = FP/m = g = 9,8 m/s/s, que é a aceleração de queda livre do elefante e da pena.
Dito de outra forma, como o elefante e a pena são soltos do repouso, com velocidade inicial zero, e sofrem a mesma aceleração g = 9,8 m/s/s, eles cairão com a mesma velocidade, e, portanto, no mesmo instante, ou seja, simultaneamente, como previu Galileu. O mais legal de tudo isso é que Galileu teria lançado as balas de canhão com massas diferentes do alto da torre de Pisa onde havia resistência do ar. Provavelmente o experimento “deu certo” porque o efeito da resistência do ar no tempo de queda dos corpos não pôde ser medido com tanta precisão como se faz hoje em dia.
Entenderam tudo, não? Ótimo! Então vejam a seguinte a animação, onde a bolinha representa a pena e o elefante representa, naturalmente, o próprio elefante (clique aqui). Note que nem precisa a pena ser solta parada, ela pode ser lançada com uma certa velocidade horizontal (porém, com velocidade vertical nula). Mesmo assim ela cai simultaneamente com o elefante. Detalhe: ambos caem no rio e o elefante não se machuca!
Nota: o idioma desta animação e o alemão, mas não precisa entender alemão para perceber que o elefante e a pena caem juntos!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Cinemática Animada

Apresentamos neste texto quatro animações sobre dois tipos de movimento muito conhecidos, mas nem sempre entendidos muito bem pelos alunos. O movimento retilíneo uniforme (MRU) e o movimento uniformemente acelerado (MUV). Nos dois casos, a aceleração é constante, porém, no MRU a aceleração é nula e no MUV a aceleração é diferente de zero, positiva (movimento acelerado) ou negativa (movimento desacelerado).
Na primeira animação (clique aqui) vemos um vetor velocidade constante (V) e um vetor velocidade variável, que inicia com Vo e a cada segundo transcorrido um vetorzinho vermelho se soma ao Vo, indicando que a velocidade aumentou, de modo que após cinco segundos os dois vetores velocidades são iguais. Se eles representam a velocidade de um carro, isso quer dizer que, após transcorridos cinco segundos, os dois carros têm a mesma velocidade. Experimente também a animação com aceleração negativa.
Na segunda animação (clique aqui) vemos um carro em movimento e um gráfico de velocidade x tempo. Após cada unidade de tempo (de 1 s, por exemplo), carro percorre uma mesma distância, com a mesma velocidade representada na animação por uma barra amarela que se move até o gráfico v x t, indicando que a velocidade não varia com o tempo, ou seja, a aceleração é nula (a = variação da velocidade / intervalo de tempo).
Na terceira animação (clique aqui), a velocidade percorrida pelo carro em cada intervalo sequencial de tempo aumenta linearmente, ou seja, a velocidade aumenta linearmente e a aceleração é constante e positiva, indicado movimento acelerado, pois a velocidade do carro aumenta continuamente.
Na quarta e última animação (clique aqui), você escolhe a aceleração de um carro, com velocidade inicial de 12 unidades arbitrárias (km/h, por exemplo), como sendo nula, positiva ou negativa e o carro executa esse movimento. Repita a animação várias vezes para diferentes valores da aceleração. Fique atento ao significado de aceleração negativa e quando o carro anda para trás quando a velocidade se torna negativa!
Existem muitas outras animações sobre cinemática disponíveis na Internet. veja esta aqui, por exemplo, que mostra o MUV de uma vaca de botas, e os gráficos de distância percorrida e velocidade em função do tempo (clique aqui) Procure outras animações sobre cinemática para você se divertir aprendendo física!

sábado, 2 de agosto de 2008

O jogo da gravidade

Clique aqui para acessar o jogo. Você sabe como os cientistas colocam um satélite em órbita torno da Terra? Este fenômeno está relacionado à gravidade que é uma propriedade de toda matéria. A gravidade é maior quanto mais massa tem o objeto e diminui quando se afasta desse objeto. Assim, a gravidade da Lua é menor do que da Terra que é menor do que do Sol.
Neste jogo (requer aplicativo Flash) você lança um foguete para colocá-lo em órbita em torno da Terra e depois da Lua, em cinco diferentes missões. Após ajustar a velocidade de lançamento do foguete e o ângulo de lançamento, você lança o foguete. Tente quantas vezes for necessário. Após cada desafio alcançado, você terá um novo desafio ainda mais difícil. A física permite calcular a velocidade de lançamento de um foguete para coloca-lo em órbita em torno da Terra, da Lua ou de outro planeta. Seja um cientista: coloque o foguete em órbita! Divirta-se com a gravidade!

sábado, 26 de julho de 2008

Física Animada na SBPC

De 13 a 18 de julho foi realizada a 60ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC. Realizado na Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, o evento reuniu pesquisadores e profissionais de todo o Brasil, que atuam em todas as áreas do conhecimento. A programação científica e cultural da 60ª Reunião Anual da SBPC foi intensa. O Grupo FísicAnimada, representado por Eloi Feitosa e Rosemara Lopes, esteve presente, participando dos simpósios e mesas-redondas, apresentando o trabalho “Tecnologia Computacional em ambientes de aprendizagem: uma iniciativa voltada ao uso do computador no ensino de Física e de Matemática Aplicada à Física”. Na ocasião, novos contatos foram estabelecidos. Na bagagem, o Grupo trouxe novas informações, algumas dadas por representantes de agências e órgãos governamentais como CAPES e MEC, e novas perspectivas.
A 61a Reunião da SBPC acontecerá no próximo ano em Manaus – AM. Para maiores informações, visite o site da SBPC:
Na foto Rosemara Lopes na entrada da Unicamp.

sábado, 21 de junho de 2008

Programas computacionais comumente usados nas animações

A maioria das animações disponíveis na Internet utilizam os aplicativos Java, Shockwave ou Flash. Sem esses aplicativos instalados no seu computador, não é possível visualizar as animações. Instale e aproveite as inúmeras animações disponíveis. Se você tem dificuldade de visualizar algumas das animações divulgadas em nosso site, por favor, entre em contato conosco.
As animações abaixo utilizam os aplicativos: Java, Shockwave e Flash, respectivamente, facilmente encontrados na Internet, que devem ser baixados e instalados em seu computador.
Colisões Elástica e Inelástica:
Tipos de movimento:
Faça download grátis dos programas Java, Shockwave e Flash nos seguintes sites ou no site de sua preferência:

sábado, 7 de junho de 2008

O paradoxo dos Gêmeos

Na fórmula da dilatação do tempo mostrada no site da animação, visite o site
t´e t são, respectivamente, os tempos transcorridos nos relógios dos gêmeos astronauta e terrestre, e v e c são as velocidades do gêmeo e da luz no vácuo, respectivamente. Por exemplo, se t = 20 anos, t´= 4 anos, ou seja, o relógio do gêmeo astronauta é cinco vezes mais lento. Isso quer dizer que 20 anos depois, o gêmeo astronauta teria envelhecido apenas 4 anos! Como explicar esse paradoxo?
Antes de Albert Einstein (1879-1955), acreditava-se que o tempo e o espaço eram absolutos, ou seja, uma barra de um metro mede sempre um metro de comprimento em qualquer lugar onde seja medido e um período de tempo de um segundo tem sempre essa duração em qualquer lugar onde esteja o relógio. De acordo com a mecânica clássica, proposta por Isaac Newton no Século XVII, qualquer objeto pode partir do repouso, ser acelerado até uma velocidade infinita! Para Einstein, no entanto, nenhum corpo material pode alcançar ou ultrapassar a velocidade da luz no vácuo, que é de 300.000 km/s. Apenas os fótons, partículas de luz com massa zero, têm essa velocidade.
Pois bem, Einstein imaginou a seguinte experiência: Para comparar a idade de duas crianças gêmeas coloca-se uma em uma nave muito rápida e a outra fica na Terra. A nave viaja pelo espaço com uma velocidade muito grande –próxima à velocidade da luz! (Talvez esse experimento com seres humanos não possa ser realizado, mesmo no futuro distante, pois apenas os fótons, que têm massa nula, alcançam a velocidade da luz, e a amassa de um objeto aumenta com a velocidade, tornando infinita quando a sua velocidade se aproxima da velocidade da luz! Em outras palavras, ele nunca vai chegar sequer perto da velocidade da luz. Os elétrons, que têm massa muito pequena, têm velocidade muito próxima da velocidade da luz.). Depois de vários anos, a nave retorna à Terra e a criança astronauta continua criança, enquanto que a terrestre se tornara adulto.
A fórmula que relaciona a idade da pessoa (ou o tempo transcorrido) com a velocidade da pessoa (mesma da nave) é mostrada na animação indicada a seguir. Vamos fazer uns cálculos simples e comparar a idade dos gêmeos supondo que a nave viaje com a velocidade de 98% da velocidade da luz. Após transcorridos 20 anos para o gêmeo terrestre (cuja velocidade é zero), a idade do gêmeo astronauta seria aumentada de quatro anos apenas!
Calcule você mesmo a idade do gêmeo astronauta t´com relação à idade do gêmeo terrestre t para outras velocidades da nave.
A animação sobre a dilatação do tempo encontra-se no site
http://www.walter-fendt.de/ph14br/timedilation_br.htm
Leia mais sobre a relatividade do tempo no site

Animando o Sistema Solar

Ilustrações: Imagem do nosso novo Sistema Solar (acima) e da tela de uma das animações indicadas no texto a seguir.Na animação do Sistema Solar (imagem acima) no site
http://www.kidsastronomy.com/solar_system.htm pode-se contemplar o nosso Sistema Solar visto de cima. Nesta animação, o tamanho dos astros é aproximadamente proporcional ao desenho e as velocidades também. Além do Sol, dos oito planetas e Plutão, o planeta anão, a animação mostra um Cometa e vários asteroides em órbita entre as órbitas da Terra e de Júpiter. Quando se entra na animação, ela inicia com todos os planetas alinhados, mas como eles têm velocidades diferentes, logo eles estarão total e aleatoriamente desalinhados. Clicando o mouse sobre cada astro, obtém informações (em inglês, sorry!) sobe cada astro, inclusive o cometa. Observe que as órbitas dos planetas são aproximadas por círculos, mas a do cometa é elíptica. Observe também as órbitas de algumas luas de alguns planetas. Infelizmente a luz da Terra não aparece. A imagem ilustrativa é da própria animação. Vale a pena observar!
Para as crianças do ensino fundamental, eu recomendo a animação no site
Entre com o número de meses, de 1 a 12, clique em "Go" e observe como a Terra e a Lua percorrem suas trajetórias nesse período. Observe, por exemplo, que após 12 meses, um ano, a Terra e a Lua retornam à posição original. Após seis meses, aonde estará a Terra?
Curiosidade: Recentemente, Plutão deixou de ser um planeta, passou a ser um "planeta anão". Por quê?
De acordo com a União Astronômica Internacional, Plutão não é mais um planeta, mas um “planeta anão”. Para ser um planeta, é necessário ter uma forma aproximadamente redonda, girar em torno de uma estrela e ser o astro dominante em sua órbita. Plutão é muito pequeno e a sua órbita é influenciado por Netuno. Além disso, a órbita de Plutão é achatada e inclinada com relação às órbitas dos planetas “verdadeiros”. Isso levou os astrônomos a pensar que Plutão não se formou na região do nosso Sistema Solar.
Leia mais no site da Ciência Hoje,
http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/56214,
de onde tiramos a imagem do Sol e os oito planetas Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, mostrada acima.
Dedicamos esta matéria à pequena Maria Clara, de quanto anos, que viu o nosso Sistema Solar no Planetário de Presidente Prudente (SP) e ficou muito empolgada!

sábado, 10 de maio de 2008

Homenagem às mães, homenagem a Marie Curie

Marie Curie (1867-1934), Física e Química francesa de origem polaca, nascida em Varsóvia, Polônia, em 1867 (nome de nascimento, Maria Skłodowska). Foi a primeira mulher a ser graduada doutora na Europa e também a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel. Apenas ela e o físico Linus Puling foram até hoje laureados com dois Prêmios Nobel.
Madame Curie como era conhecida, formada em física em 1893, foi a primeira grande cientista mulher dos tempos modernos e, talvez, a primeira grande celebridade no mundo científico. Dedicou-se muito ao trabalho e à família, realizando importantes contribuições para o início da Física Moderna.
Em 1894 Marie conheceu Pierre Curie (1859-1906), de quem herdou o sobrenome, e com quem dividiu o seu amor e devoção pela ciência. Como mãe, Marie teve dois filhos, Irène e Eve, nascidas em 1897 e 1904, respectivamente. Como cientista, após anos de pesquisa, Marie isolou dois novos elementos químicos, o polônio e o rádio. Em 1903, juntamente com o marido e Henri Becquerel, recebeu o Prêmio Nobel de Física, "em reconhecimento pelos extraordinários serviços obtidos em suas investigações conjuntas sobre os fenômenos da radiação, descoberta por Henri Becquerel".
Oito anos depois recebeu o prêmio Nobel de Química «em reconhecimento pelos seus serviços para o avanço da química, pelo descobrimento dos elementos rádio e polônio, o isolamento do rádio e o estudo da natureza dos compostos deste elemento».
Marie morreu na França, em 1934, de leucemia, seguramente devido à exposição maciça a radiações durante o seu trabalho.
A sua filha mais velha, Irène Joliot-Curie, também ganhou o Prêmio Nobel de Química, em 1935, ano seguinte da morte de Marie.
O Grupo FísicAnimada homenageia aqui todas as mães através de Marie Curie.
Leia mais sobre Madame Curie no site
http://www.arikah.net/enciclopedia-portuguese/Marie_Curie
A foto ilustrativa foi obtida do site
http://www.erau.edu/er/newsmedia/newsreleases/2007/images/curie.jpg