

Espaço de divulgação do trabalho do Grupo Físicanimada, que estuda a utilização de simulações de experimentos de Física para fins didáticos. O grupo se dedica à pesquisa de experimentos virtuais e simulações de experimentos de Física por computador, e disponibiliza o material e resultado da pesquisa a professores, alunos e interessados. Importante destacar que nessa pesquisa alunos da UNESP são envolvidos, contribuindo também para a formação de profissionais acadêmicos.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Qual a velocidade, frequência e comprimento de onda?

sábado, 21 de novembro de 2009
Gás em uma dimensão
Este applet descreve o movimento de um único átomo em uma dimensão. Ele acelera ou desacelera apenas através de colisões clássicas movendo-se o pistão do recipiente. Este experimento simples é capaz de explicar a razão do gás esquentar quando ele é comprimido e esfriado quando ele é expandido. A equação que revê esse fenômeno é a bem conhecida equação do gás ideal: PV = nRT. Como n (número de mol) e R (constante universal dos gases) são constantes, aumentando a pressão (P), o volume (V) diminui de modo que, para manter a igualdade da equação, a temperatura (T) necessariamente tem que aumentar. Raciocínio inverso se usa para verificar o resfriamento do gás com o aumento da pressão. Você se lembra de situações da vida real em que isso acontece? Experimento apropriado para alunos do ensino médio. Para acessar o applet, clique aqui ou sobre a figura.
sábado, 14 de novembro de 2009
Densidade dos materiais: flutua ou afunda?

Veja a Terra de longe!

Mudança de Estado da Matéria

terça-feira, 20 de outubro de 2009
A Fisica Animada na Mídia

Não menos importante foi a matéria, também publicada recentemente pelo diário oficial do Estado de São Paulo, destacando o nosso trabalho. A matéria de capa do D.O. pode ser acessada clicando aqui.
Somos gratos a todos os que participam neste projeto e às Escolas Parceiras. O nosso objetivo é melhorar cada vez mais a qualidade do ensino através da inclusão digital, especialmente de um bom aproveitamento dos laboratórios virtuais como ferramenta de ensino e aprendizagem.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Animando a Força Gravitacional

www.fisicanimada.net.br

Visite o site!
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Problema de Queda Livre

Você joga para o alto, na vertical, uma bola que deixa a sua mão a 12.0 m/s.
(a) Que altura a bola alcançará?
(b) Se, quando a bola está descendo, você pega de volta na mesma altura de lançamento, qual foi o seu tempo de vôo?
(c) Qual é a velocidade da bola quando você pega de volta?
Considere: Origem do eixo vertical como sendo o ponto no qual a bola é solta no lançamento, e considere a direção para cima como sendo positiva. O valor da gravidade é g = -9,8 m/s2.
Para executar o applet, clique aqui, ou sobre a figura.
Você gostou desta atividade? Comente, dê sugestões.
sábado, 19 de setembro de 2009
O Berço de Newton

Quando afastamos a esfera (normalmente de aço ou de madeira) de um dos pêndulos da extremidade e o soltamos, ele desce e bate na primeira esfera ao lado dela. A energia e quantidade de movimento da bola solta é transferida para as esferas seguintes até a esfera da outra extremidade que adquire movimento, com a mesma velocidade da bola inicialmente solta, e se move como um pêndulo. Interessante notar que se soltarmos duas ou mais bolas, as duas últimas ou mais bolas também subirão, e assim por diante (experimente mover todas as bolas!). Veja na animação. Clique aqui ou sobre a figura (este site contém além da animação, um texto explicativo, em inglês, a qual consultamos para esta matéria).
Outras animações sobre o berço de Newton você encontra nos links:
Apreciem!
domingo, 6 de setembro de 2009
Plano Inclinado

Existem muitos experimentos virtuais (applets) de plano inclinado disponíveis livremente na Web. A fim de ilustrar esse fenômeno, selecionamos duas animações.
Na primeira, você seleciona os parâmetros de entrada, como o ângulo de inclinação, a massa do bloco e o coeficiente de atrito. A animação exibe a força necessária para o bloco subir com o plano com velocidade constante, sem aceleração. Clique aqui para executar o programa.
Na segunda animação, um bloco é solto ou lançado (com uma certa velocidade inicial) e a sua posição a cada 2 seg. é indicada por pontos. O coeficiente de atrito pode também ser variado. Clique aqui para executar o programa.
Recomendamos que essas animações sejam executadas diversas vezes variando os parâmetros de entrada e, se possível, anotando alguns resultados para análise.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Difração da luz

Quando a luz atravessa um pequeno orifício (fenda), ela faz curva, como se a fenda funcionasse como uma fonte de luz. Esse fenômeno não podia (e não pode) ser entendido pela teoria corpuscular da luz proposta por Newton, mas sim por uma teoria ondulatória, proposta por Huygens que foi, mais tarde, verificada pelo experimento do físico inglês Thomas Young (1773-1829), e confirmada pelo físico escocês James K. Maxwell (1831-1879), que mostrou matematicamente ser a luz uma onda eletromagnética.
Quando a luz atravessa duas (ou mais) fendas, tem-se duas (ou mais) “fontes” de luz que interferem entre sim, formando franjas de interferência, de máximos e mínimos. Essa interferência de ondas pode ser facilmente observada em ondas mecânicas, por exemplo, sobre uma superfície de água provocadas pela imersão de dois objetos “pontuais” na superfície (duas pedras lançadas em um lago, por exemplo). As ondas circulares se propagam e se sobrepõem, formando uma figura de interferência. Essa interferência de ondas também ocorre com “ondas” luminosas, conforme verificamos na animação da interferência de luz visível e monocromática, proposta nesta matéria.
Retomando Newton, a sua teoria corpuscular, que ficou esquecida após o experimento Young e a comprovação pelas equações de Maxwell, “reviveu” no início do século XX com o nascimento da Mecânica Quântica que propôs ser a luz composta por “partículas de energia”, denominadas quanta de luz.
Na animação, você escolhe o comprimento de onda (cor) da luz incidente, a distância d entre as duas fendas e a distância L entre as fendas e o anteparo onde se pode ver as franjas de interferência. Vê-se também o gráfico da intensidade luminosa.
Para executar o programa, clique aqui, ou sobre a figura.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Velocidade de escape

A velocidade de escape de um sistema de dois corpos, é a velocidade mínima para que um dos objetos escape da atração gravitacional do outro. O sistema pode ser, por exemplo, um objeto lançado para o alto da superfície da Terra (ou outro planeta ou satélite). O sistema em questão, Terra-objeto, se separa se o objeto for lançado com uma velocidade maior do que a velocidade de escape do sistema.
A velocidade de escape do objeto pode ser determinada usando a lei da conservação de energia: a soma das energias cinética mais potencial é igual à energia mecânica do sistema. A equação para a velocidade de escape do sistema isolado Terra-objeto (na ausência de outras forças que não a gravitacional) é facilmente obtida igualando a energia cinética (K) do objeto à energia potencial gravitacional do objeto (U), de modo que a energia mecânica (E) seja constante, igual a zero. Lembre-se que K = mv2/2, U = GMm/r e E = K + U, onde G é a constante gravitacional, M é a massa do Astro, m é a massa do objeto e r é a distância do objeto ao centro do Astro (no instante inicial de lançamento do objeto, r é igual ao raio do Astro).
Applet: Uma vez acessado o programa, escolha o astro de onde você vai realizar o lançamento (Terra, Lua, Marte ou Vênus), a direção de lançamento, a velocidade de lançamento e a massa do objeto ou projétil. Se essa velocidade for menor do que a velocidade de escape, o objeto retorna, senão ele “escapa”, se desvincula irreversivelmente do sistema. À esquerda do painel vê-se a evolução do tempo a altitude, a velocidade, e as energias cinética e potencial do objeto.
Procure observar questões como: a velocidade de escape depende da massa do objeto? Obtenha a velocidade de escape de um dado objeto, com uma dada massa, quando lançado da Terra, da Lua, de Marte ou de Vênus. Lance o objeto em outras direções e verifique se a velocidade de escape muda com a direção de lançamento do objeto.
Para acessar o programa, clique aqui, ou sobre a figura.
sábado, 29 de agosto de 2009
Unidades físicas

Em física há sete grandezas fundamentais: comprimento, massa, tempo, temperatura, corrente elétrica, quantidade de matéria e intensidade luminosa. A partir dessas grandezas obtém-se qualquer outra grandeza física. Exemplo: Forma = comprimento x massa/segundo quadrado.
Partindo das unidades fundamentais de massa comprimento e tempo, construa outras unidades arrastando, com o mouse essas unidades para os quadrados em branco. Na figura, mostramos a unidade de força composta por essas três unidades fundamentais. Acrescente a essas unidades a unidade de comprimento para formar a unidade de trabalho. Encontre outras unidades!
Partindo das unidades fundamentais de massa comprimento e tempo, construa outras unidades arrastando, com o mouse essas unidades para os quadrados em branco. Na figura, mostramos a unidade de força composta por essas três unidades fundamentais. Acrescente a essas unidades a unidade de comprimento para formar a unidade de trabalho. Encontre outras unidades!
Para rodar a animação, clique aqui ou sobre a figura.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Soma algébrica da voltagem de pilhas elétricas

sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Estudo virtual do MRU e MRUV

Sugerimos o seguinte programa para construção de gráficos do tipo espaço x tempo. Clique aqui. Ao acessar a página, clique em "Run now" para executar online ou "Download" para executar offline.
Aos interessados, podemos fornecer (grátis) um roteiro completo de realização desse (e de outros) experimentos para uso em escolas. Contacte-nos: fisicanimada@ibilce.unesp.br.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Teorema de Tales

Tales de Mileto, importante filósofo, astrônomo e matemático grego que viveu antes de Cristo, usou seus conhecimentos de Geometria e proporcionalidade para determinar a altura de uma pirâmide. Tales observou que os raios solares que chegavam à Terra estavam na posição inclinada e eram paralelos, dessa forma, ele concluiu que havia uma proporcionalidade entre as medidas da sombra e da altura dos objetos. Tales conseguiu, assim, obter a altura de uma pirâmide medindo a sua sombra. Tales fincou uma estaca na areia, mediu as sombras respectivas da pirâmide e da estaca em uma determinada hora do dia e estabeleceu a proporção: altura da pirâmide/sombra da pirâmide = altura da estaca/sombra da estaca. Assim, medindo a altura da estaca e o tamanho das sombras da estaca e da pirâmide, Tales pode determinar a altura da pirâmide.
Da Via Láctea ao Universo Sub-atômico

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Grupo FísicAnimada Na Feira de Ciências da EE Profª. Lacy Bonilha De Souza
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